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Bom, a pergunta da semana veio da Mel do Blog Mel’s Diary.
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Conte... sem poupar nenhum detalhe sórdido, qual foi o maior King Kong, a maior saia justa... isso mesmo, a maior VERGONHA que você já passou na vida! Sabe aquele dia que você daria qualquer coisa pra ter ficado de boca fechada... é, esse mesmo!!!
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Sabe quando você lê a pergunta e já lhe vem a história perfeita na cabeça. Pode ter certeza que assim que li lembrei do meu maior mico, vergonha mesmo, que passei e até hoje me persegue...hehehe:
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Estava numa festinha com a turma da escola. Frios, refrigerante, as colegas (lindas), os colegas divertidos. Eu com meus 12 anos, apaixonado por uma das coleguinhas, desde os 10 anos. Essa era uma noite importante, pois a revia após seu pai ter sido transferido e ela ter ido estudar em uma cidade vizinha.
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Enfim, ela que sempre gostara dos carinhas das outras turmas (mais velhos que eu) dessa vez estava me notando. A festa mal começou e inevitavelmente os olhares se cruzavam a todo instante. Sentia que hoje a minha sorte mudaria. Seus sorrisos me mostravam que nessa noite teria a menina dos meus sonhos, minha grande paixão da adolescência, em meus braços. Hoje tinha que ser diferente (ah! E como foi!)!
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Bom, os rumores entre todos insinuavam que hoje ela aceitaria “ficar” comigo, ou seja, dar uns beijinhos na linguagem da minha época escolar. Bastava para isso que eu a chamasse para dançar uma daquelas músicas lentas que se dança agarradinho.
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Fui buscando alimentar minha coragem pequena e esquecer minha inexperiência (quase total, salvo alguns selinhos no jogo da verdade) no ramo dos relacionamentos. Aos poucos o tempo foi passando e nada de eu tomar a iniciativa.
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Em certo momento, por mais uma vez, uma colega veio até mim e disse para fazer isso logo. Levantei-me decidido, fui até ela e a convidei para a próxima música.
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Tudo perfeito: escuro, eu e ela, dançando devagar, aproveitando cada momento, ela dando uma chance para o apaixonadinho de sempre e eu conquistando meu maior sonho, o sonho de tê-la em meus braços.
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Alguns longos segundos após o início da música. Perguntei se era verdade. Ela disse que sim. Quase não acreditei quando ouvi sua voz sussurrar aquele “sim”! Comecei a me preparar para dar o meu primeiro beijo nela. Meu Deus, que emoção estava sentindo.
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De repente! Sinto algo em meu quadril tão rápido! Duas mãos fortes e safadas levaram minhas calças até os pés me deixando de cueca em frente a menina linda, minha paixão, que estava prestes a beijar...
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Não deu tempo de nada. Apenas vi que fora o primo do meu colega, anfitrião da festa, que fizera isso. Larguei dança, paixão, provável e iminente beijo e saí correndo desesperado, sem saber o que fazer... Caraca! Que vergonha!! Corri duas quadras e sentei chorando feito um bebê na frente de uma loja. Alguns colegas vieram me consolar, mas não adiantava.
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Aquele dia foi diferente mesmo! Não sei o que foi pior: perder a oportunidade de beijar a menina que mais amei na minha infância ou ficar só de cueca na frente dela segundos antes de beijá-la.
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PS.: Isso me persegue ainda hoje, pois seguido passo por aquele infeliz do primo de meu colega pela rua e tenho vontade de trucidá-lo! huahauhaua
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24 setembro, 2009
04 setembro, 2009
Blogagem coletiva - Invisibilidade
.A pergunta dessa semana, veio da Flávia do Entre Telas... Muito boa!
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>> O que você faria se ficasse invisível por um dia?
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Minha resposta é longa, mas fiel ao que eu faria! Vale a pena ler, hehehe!
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> Bom, em primeiro lugar, eu gritaria com um misto de susto e alegria quando acordasse e descobrisse isso. Logo, alguém de casa ou minha esposa, se fosse casado, acordaria assustado e me procuraria, então eu me enfiaria debaixo das cobertas de novo e falaria, “não foi nada, só um pesadelo”, para não assustar ninguém, pelo menos não agora...hehehe.
> Levantaria de novo e me olharia no espelho. Como não ia enxergar nada, tiraria toda a roupa. Liberdade para meu corpo, afinal ninguém estaria me vendo.
> Iria tirar algumas fotos legais rapidinho antes de sair, com a roupa sem cabeça, segurando várias coisas que ficariam aparentemente soltas no ar, escreveria num papel várias coisas, fazendo mini-vídeos da caneta solitária escrevendo sozinha, enfim, faria um repertório para após a invisibilidade poder ganhar dinheiro com cada foto, cada vídeo. Afinal, quem iria provar que não eram verdadeiros?!
> Ainda cedo, iria naquele bairro super perigoso de minha cidade. Andando tranqüilamente sem medo de ser abordado por traficantes ou assaltantes, gravaria o funcionamento de todas as bocas de fumo, descobriria as reuniões de gangues e deixaria todas gravações na mesa do promotor público e das emissoras locais, mais tarde.
> Sussurraria, com uma voz grossa e imponente, para minha vizinha seguir o marido hoje quando ele saísse de casa para pegá-lo no ato com a outra.
> Iria na loja da mãe de minha ex-colega de trabalho que roubou a empresa, conseguiria o número de telefone dela e endereço, para atormentá-la um pouco. Derrubar alguns quadros, sussurrar “ladrona”, “se entregue”, “conte a verdade, se não você vai morrer”... enfim, fazer um pouco de justiça com as próprias mãos, rsrs.
> Voltaria em casa para colocar uma calça, pois já estaria com frio nas partes de andar pra lá e pra cá sem roupa. Sou invisível, mas ainda sinto as coisas...
> Ah, eu entraria nos escritórios dos políticos durante o meio dia e procuraria em todas as gavetas provas de corrupção. Uma pequena limpeza sempre faz bem. Logo depois, mais uma visita ao MP e emissoras locais de rádio e televisão com cópias do que tivesse conseguido.
> Se fosse casado, faria declarações de amor a ela no box do banheiro escrevendo no vapor enquanto ela tomasse banho. Ela ficaria um pouco assustada e nervosa. Então contaria o que aconteceu e faríamos amor durante um bom tempo, começando ali no banho. Se fosse solteiro, entraria em alguns banheiros femininos em shoppings, restaurantes e ficaria apreciando a beleza feminina e escutando suas conversas. Daria uma assobiada de vez em quando só para ver a reação delas: gritinhos e olhares apavorados de um lado para o outro, mas logo tudo voltaria ao normal...rsrs.
> No quadro negro da faculdade escreveria momentos antes de chegar alguém: “O Felipe Keller é lindo, gostoso e simpático”. Depois, ficaria ali sentado esperando para ouvir a reação de cada colega menina que entrasse e lesse aquilo. Seria interessante ouvir os comentários entre elas.
> Atrapalharia um pouco a aula. Por exemplo, se fosse aquele professor mala, enquanto ele estivesse escrevendo no quadro desviaria sua mão fazendo borrar tudo. Uma, duas, várias vezes, e segurar a risada do micão que ele iria pagar. Dos colegas chatos, puxaria o caderno para errarem tudo... para não perder toda a noite ali, acabaria no intervalo, trocando todos os cadernos de lugar, espalhando todas as mochilas pela sala e escreveria no quadro: “Nos deixem em paz...” Uiiiii.... sinistro!
> Logo depois, entraria em um táxi (pela janela aberta, obviamente) e sussurraria convincentemente em seu ouvido para que dirigisse até a Loja Maçônica da cidade. Iria na reunião e ouviria tudo que acontece (tenho curiosidade, poxa!). E se tivesse muita coisa estranha, fotos e MP neles tb! Huahauhauahua!
> Por fim, voltando para casa, entraria naquele ginásio onde jogam futsal. Cara! Esculhambaria com o jogo mesmo! Só para me divertir. Quando a bola fosse passada dava um toquinho só para desviá-la. Chutaria para outro lado do nada. Rasteira no pivô na hora de marcar o gol, ficaria na goleira, bem no cantinho, e quando o goleiro falhasse misteriosamente a bola não entraria, pois lá estaria eu! Hahahaha!
> Voltaria para casa. Jantaria com minha amada esposa. Ficaria feliz ao ver seu sorriso achando graça enquanto os talheres dançassem sozinhos sobre a mesa ou o suco virasse no vazio desaparecendo.
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Inventaria outras coisas para aproveitar a invisibilidade e não tomaria o antídoto por mais alguns dias!
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Beijos pessoal!!!! Deus abençoe a cada um de vocês!
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